quinta-feira, 2 de julho de 2015

Rindo!


Rindo!



Doce mar do Rio de Janeiro
Ressonância do amor, meu desejo!

Vou largar o mundo
E ficar rindo rios e rios atoa
Diga-me se para fazer o que certo
é preciso largar tanta coisa boa?
Oh! Princesinha do balanço invocado
Chega mais perto 
me de o seu penúltimo abraço
Já que a trajetória nem sempre é previsível
Como lanços ao vento está a nossa sorte
Que o mundo nos conforte a espera

E se por acaso houver revés
Espero que um raio me parta no meio

Dividindo o meu corpo em dois
Dividindo a minha alma e duas
Um correspondendo a razão

E outra metade ficara
a mando do rio

amando rindo.

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